Escolher óculos é escolher presença

Tendências passam. Linguagens permanecem. No design, o excesso costuma falar alto.

Cores, formas, marcas. Mas os objetos que realmente atravessam o tempo quase sempre falam baixo. São escolhidos não para chamar atenção, mas para acompanhar.

Na Casa Gabos, as armações não são vistas como moda passageira. São linguagem. Expressam proporção, intenção, identidade. Cada escolha carrega uma ideia de permanência, não de novidade imediata.

Escolher um óculos é escolher como se deseja estar no mundo.
É decidir o que se quer mostrar e o que se prefere silenciar.

Por isso, a curadoria importa mais do que o volume. Menos peças, mais sentido. Menos tendência, mais coerência. O design, quando bem escolhido, não cansa. Não pede troca constante. Ele se integra ao rosto, ao gesto, à vida cotidiana.

No fim, o bom design não chama atenção para si.
Ele simplesmente funciona.
E permanece.